sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Feliz 2013 !






Chega ao fim o ano previsto para não acabar. É!!! Lembram-se do fim do mundo? Por sorte, pela vontade de Deus ou por falha humana, continuamos firmes e fortes.

Fim de ano é momento de fazermos um balanço geral, levantarmos falhas e acertos e tentarmos um planejamento de mudança para o ano novo que se inicia.

Meu balanço aqui no blog aponta um saldo devedor. Devedor de novidades, postagens e visitas aos amigos.

Infelizmente nesse segundo semestre tive muitos contratempos, trabalho excessivo e pouco ânimo para buscar matéria-prima para novas postagens. Até que fiz algumas visitinhas ali e acolá, tirei fotos... mas organizar tudo em pensamento e esse em texto, eu consegui muito pouco.

Taí a minha promessa para 2013: não deixar o blog esquecido, ser mais presente e retribuir todo o carinho que recebo aqui nesse espaço.

A todos que passarem por aqui, desejo um feliz 2013, muita paz, saúde e prosperidade!

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Curvas de Niemeyer em Belo Horizonte

Os meios de comunicação anunciaram a morte do grande mestre da arquitetura contemporânea. 
Um homem que deixa marcas em forma de curvas, por onde sua criatividade passou. 
Sonhos, conquistas, realizações de uma vida plena, longa e ativa. Um ser que nos deixa  com a tranquilidade de alguém que viveu intensamente a família, o trabalho, a construção de um novo espaço social. Um homem que teve vida longa, amor, solidariedade, competência, sabedoria, fama e por aí vai... 
E como ele disse " um vida simples " , ao meu ver normal, como deveria ser para milhões de pessoas que entendem ser,  essa simplicidade, uma coisa anormal, e não um direito de todos.
Que Deus receba Niemeyer nas curvas de seu templo! 

Edifício Niemeyer, Praça da Liberdade, construído em 1954
Igreja São Francisco de Assis, obra de Niemeyer e Portinare

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Jabuticaba docinha, de Sabará!

É assim que o caminhão de frutas, anuncia pelas ruas, as deliciosas jabuticabas de Sabará, das quais já falei  Aqui 

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

E quem falou que Minas não tem mar?

 Guapé : sob as águas de Furnas, um lago cinco vezes maior do que a Baía de Guanabara.

Imagem  Daqui
 O município de Guapé-MG, distante 320 km de Belo Horizonte, surgiu a partir da doação de terras a São Francisco de Assis. Explico: um fazendeiro devoto do santo fez uma promessa e ao ter a graça alcançada doou as terras que foram usadas pela Igreja Católica para a construção de um santuário em louvor a São Francisco. E como sempre acontece, em torno de uma igreja sempre surge um povoado que evolui lentamente para uma cidade.
Esse fato ocorreu no início do século XIX. Por volta de meados dos anos 50 do século XX, em razão da construção do Lago Furnas, a cidade foi condenada a desaparecer, ficar submersa, até que entre 1963-1965 o fato se consumou e a população teve que antecipadamente ser transferida para uma novo espaço, indo habitar no que seria  uma cópia da antiga cidade.
Quando a seca atinge as águas do lago, a vazante deixa à mostra a principal construção da antiga cidade: a torre da igreja com a imagem de São Francisco.
O lugar que antes era sustentado pelas atividades agrícolas, após a construção da represa possui sua economia sustentada pelo turismo. Belíssimas paisagens, banhos, pesca, camping, naútica e outras opções de lazer atraem centenas de turistas nos finais de semana, feriados e férias ecolares.
É uma ótima opção para a diversão e o descanso da família. 




 
Fotos Daqui 

sexta-feira, 23 de novembro de 2012

Um jornal diferente


Imagem Daqui

Um meio de comunicação alternativo na cidade de São João Del Rei.Com a proposta  de informar à população são-joanense o que acontece no município por um método artesanal, simples e econômico, um mural.
Seu idealizador foi João Lobosque Neto, Fiscal da Receita Estadual, mais conhecido como Joanino Lobosque que, por sua vez, teve inspiração na figura de Dona Adelina Corroti, que na segunda década do século XX tinha por hábito pregar nos postes, mensagens, recados e notícias diversas que causaram grande interesse por parte da população.
A coleta de dados acontecia quando, em exercício da sua profissão, Lobosque percorria toda a cidade, observando assim, os fatos do cotidiano das pessoas. Este informativo não obedecia a uma periodicidade de acordo com a incidência dos acontecimentos locais.
Desde 1952, o jornal era manuscrito e, sempre que acontecia “um furo”, Lobosque ou algum colaborador percorria os principais pontos da cidade tocando uma sirene, o que ocasionava um grande aglomerado de pessoas em torno do poste para se inteirarem dos fatos ali afixados.
Em 1958, o “Jornal do Poste” foi registrado em cartório.Com grande popularidade, o informativo contava com oito páginas e passou a ser fixado em murais distribuídos em pontos estratégicos da cidade. Sua produção também mereceu novas adequações. O que antes era manuscrito, passou a ser datilografado. As manchetes continuaram manuscritas, porém ganharam destaque com o uso de pincéis atômicos nas cores verde, vermelha e azul.
A grande procura por parte da população chamou a atenção não apenas de Lobosque como também dos comerciantes que viram neste veículo uma oportunidade para a divulgação de seus serviços e produtos.Deste modo, o jornal passou a se auto-sustentar com a venda de anúncios publicitários.
Joanino Lobosque contava a ajuda de colaboradores que, além de enviar notícias, o ajudavam na confecção e na distribuição dos jornais nos quinze placares existentes na época . Além de assuntos políticos e jurídicos, o jornal noticiava crimes, casamentos, agenda paroquial, intrigas das mais diversas naturezas, separações, falecimentos, nascimentos, enfim, todo tipo de acontecimento social.
Joanino Lobosque passava horas antenado nos noticiários nacionais e internacionais. Seu grande companheiro era um rádio que, durante a madrugada, disponibilizava um grande volume de informações que poderiam ser de interesse da população são-joanense, como é o caso do noticiário do “Repórter Esso”.
Com a morte do seu fundador em 1985, José Firmino Monteiro, antigo colaborador e “braço direito” do jornal, adquiriu os direitos da família de Lobosque e dá continuidade ao “Jornal do Poste”.
Em 1991, após a morte de José Firmino Monteiro, seu filho, Cláudio José Monteiro, com apenas dezoito anos de idade, continuou com a tradição do “Jornal do Poste”. Com a nova administração, o jornal sofreu algumas alterações. Cláudio optou por uma postura mais moderada e  a partir do ano de 2000 informatizou o jornal.

fonte: pesquisa google - diversos

domingo, 18 de novembro de 2012

Made in Barbacena

 
 
Quem viaja pela BR-040 no sentido Belo Horizonte - Rio de janeiro, ao adentrar o trecho que corta o município de Barbacena poderá observar os enormes galpões com cobertura em estufas, onde são cultivadas várias espécies e cores de rosas. 

Foto tirada com o carro em movimento
Quase sempre, perto dessas plantações, os proprietários mantem uma tenda onde pode-se comprar mudas e flores a preços bastante em conta. O difícil é saber qual delas é a mais bonita...


Passei por lá uma dia desses, registrei e hoje quis mostrar aqui.


Barbacena é uma cidade de médio porte, localizada na região do Campo das Vertentes em Minas Gerais, distante 170 km da Capital do estado, e conhecida em todo o país como " Cidade das Rosas ".
As rosas não são originárias do Brasil. Há indícios de que os padres jesuítas as teria trazido e cultivado para utilizar nas cerimônias religiosas ainda no período colonial. 
O cultivo teria se intensificado somente no Império, quando era possível encontrá-las raramente em  jardins públicos.


Em Barbacena, o cultivo foi introduzido pelos imigrantesitalianos e alemães a partir do início do século XX. Somente em 1962 a produção comercial tomou impulso. A grande e variada produção, levou os produtores em 1968 a organizarem a Festa das Rosas. Desde então, já aconteceram 41 vezes o evento que inicialmente era uma comemoração local, mas hoje envolve um enorme público  com shows, desfiles, concursos e a venda de muitas mudas e flores, sempre no mês de outubro.

domingo, 11 de novembro de 2012

Prêmio Dardos



Compartilhado pelo blog  http://imagina2013.blogspot.com.br/2012/11/premio-dardos-2012.html , recebi com muita alegria o selinho do prêmio Dardos. 
Fiquei muito feliz pela lembrança e reconhecimento do nosso trabalho, embora para mim, todos os blogs sejam merecedores.
Obrigada, Gilson!

 

Como todos os selinhos chegam acompanhados de regras, descrevo abaixo as que vieram com esse.
1. Exibir a imagem do selo em seu blog;
2. Lincar o blog pelo qual recebeu a indicação;
3. Escolher outros quinze blogs a quem entregar o prêmio dardos
4. Avisar os escolhidos.


E quem são os contlemplados?
Como acredito que  todos são merecedores, deixo-o livre para os 15 primeiros visitantes que passarem por aqui, com a condição de ainda não terem recebido o selinho de outro blog. Peço apenas que deixe nos comentários o nome e endereço do blog que o levou.
 

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

No meio do caminho nasceu um poeta, há 110 anos



Há 110 anos nascia em Itabira-MG, Carlos Drummond de Andrade. 

Carlos Drummond de Andrade. fonte: www.jb.com.br
 
Quando menino veio estudar em Belo Horizonte, no tradicional Colégio Arnaldo, naquela época, um colégio somente para meninos. Depois passou pelo Colégio dos Jesuítas em Nova Friburgo-RJ e finalmente formou-se em Farmácia, mas sua vocação era mesmo a escrita.
Em em 1925 publicou suas primeiras obras poéticas e a partir daí não parou mais. Foi uma sucessão de poemas, contos e até livros infantis.


Casa onde nasceu Carlos drummond fonte: www.vivaitabira.com.br

Jardim dos fundos da casa onde nasceu Drummond. fonte: www.vivaitabira.com.br

Trabalhou como colaborador no Jornal do Brasil, que aliás, hoje lhe prestou uma homenagem virtual no http://www.jb.com.br/cultura/noticias/2012/10/31/ha-110-anos-nascia-carlos-drummond-de-andrade-relembre-cronicas-do-jb/

 Em razão da construção da Usina de Itaipu, ele escreveu sobre o salto de Sete quedas.

Fonte: www.jb.com.br

Teve uma única filha, que faleceu primeiro do que o pai. Esse se despediu do público em agosto de 1987.

Dentre seus poemas, gosto muito de "No meio do caminho".

No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.
Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.

E fica aqui, junto à essa singela homenagem ao poeta, deixo minha sugestão: visite http://www.vivaitabira.com.br/   e conheça melhor o Drumond.

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

O Mineiro e o Queijo

Recebi um Email da Secretaria de Cultura da cidade do Serro-MG, informando sobre o lançamento do DVD abaixo indicado e solicitando a divulgação. Como é coisa de mineiro, estou postando aqui no nosso cantinho da mineirisse, ainda mais que se trata do queijo, produto indispensável no kit de sobrevivência do mineiro.

o


Se você assistir ao vídeo abaixo, poderá compreender melhor porque o queijo é tão importante por aqui.

.
Se quiser assistir ao filme completo, aí sim, terá que tirar o escorpião do bolso e entrar em contato com a Quimera. Isso eu também vou ter que fazer...



E nessa cozinha que mais parece cozinha de vó, a receita do pão mineiro, que não poderia ter outro nome: pão de queijo!

 foto de Ricardo Lima

O pão de queijo é tão apreciado aqui em minas, que nos anos 60, quando as moças olhavam para os rapazes bonitos e diziam " é um pão!", do rapaz elas se esqueciam se ele estivesse com um pão de queijo nas mãos.
O queijo representa a abundância numa mesa simples com canecas esmaltadas e um velho bule de café, que perde a majestade e suditamente apenas acompanha o degustar da iguaria. Seja verde ou curado, branco ou amarelo, sólido ou cremoso, é sempre muito benvindo. 
Há quem seja mestre no seu preparo, há quem arrisque uma massa sem segredos. Se não serve para vender, alguém sempre come. Se fica duro e pode quebrar a dentadura, passa o queijo no ralo e joga na massa da broa, faz pão, põe para gratinar um macarrão. Jogar fora? Jamais!!! Dele tudo se aproveita. Como dizem lá roça, " inté o soro e a raspa"!


terça-feira, 9 de outubro de 2012

60 anos após a grande viagem de Rosa, o sertão ainda corre risco


 " Árvores sem folhas, terra seca e uma casinha de pau-a-pique. Essa é uma das imagens que surgem em nossa mente quando ouvimos falar em sertão." (Pinheiro, Cunha e Ferraz)
Dentre as outras imagens do sertão, em minha mente surge a poeira vermelha que o vento levanta e faz a vista embaçada enxergar ao longe um vulto branco, em cima de um cavalo que vai seguindo estrada a fora. Lembro do chão muito seco e já quase rachado, dos quintais sem horta, com poucas galinhas e um cachorro malhado com as partes brancas quase  marrom. Dos chapéus de couro ou palha, da pele do sertanejo queimada pelo Sol, da restrição de alimentos e das viçosas flores de mulata enfeitando os arredores das casas...
Já Guimarães Rosa¹, segundo Mônica Meyer em seu Ser-tão Natureza: a natureza em Guimarães Rosa; valorizava o conhecimento, a cultura popular. Aprendeu com os vaqueiros os nomes dos bichos, das plantas, dos rios...
Sessenta anos após a grande viagem do escritor, seus relatos de viagem parecem escritos ontem...
" Afora os bois, eu só via o céu, o Sol e o capinzal. Era um dia tão forte, que a luz no ar mais parecia uma chuva fina, dançava no ar como cristal e umas teias de aranha ou uma fumacinha, que não era. Mas, de pancada, tudo parou : gritaram adiante, e eu vi o fogaréu. Aí era fumaça mesmo, com os labaredos correndo feio, em nossa frente, numa largura enorme, vindo pra nossa banda [...]. Uma porção de bichos, porco-do-mato, todos estavam ali também. Mas a fogueira não tinha sopitado. Era só um tempo, um prazo que o demônio dava para se morrer mais demorado. Porque mesmo longe o fogo zunia. E aqueles bichos todos estavam ali, pedindo socorro a gente."
Nesses dias de intenso calor, pouca umidade e uma corrida desenfreada do homem pela devastação do que resta do cerrado, episódios assim ainda são quase cotidianos. E, o que faria Guimarães Rosa para salvar o que ainda resta do sertão?
...................................................................................................................................................................


¹Nome: João Guimarães Rosa

   Nascimento: 27/06/1908 , Cordisburgo – MG
   Falecimento: 19/11/1967, Rio de Janeiro - RJ
   Profissão: médico e escritor que inaugurou uma metamorfose no regionalismo  
     brasileiro.
   Principal obra literária: Grande sertão Veredas.
   Uma frase: “ ... agente morre é para provar que viveu.” dita em 16/11/1967

domingo, 23 de setembro de 2012

Meus blogs

Muitos seguidores e visitantes que passam pelos meus blogs me perguntam como consigo manter tantos blogs? A resposta é muito simples: não sei se consigo manter pois, um blog é um diário e eu não escrevo diariamente nos meus. Falta-me tempo suficiente para isso e, só escrevo quando tenho inspiração, vontade de registrar o que para mim tem algum significado. Escrever por obrigação é tortura...
Simplesmente gosto de escrever! Eis a razão de tê-los. Cada um nasceu de uma necessidade específica de me expressar, embora todos mais ou menos numa mesma fase de minha vida.
O primeiro blog que criei tinha o objetivo de registrar, divulgar e denunciar o cotidiano um tanto quanto difícil ligado à minha profissão: aprendiz de professora de História. Lembro-me que estávamos em greve na rede pública e ele se transformou numa espécie de dossiê ou portfólio, sei lá, que foi por motivos vários abandonado por mim.
Nessa mesma época, como estava com muito tempo livre, resolvi criar um blog para falar sobre o cotidiano da região onde moro. Desisti na primeira postagem por receio de retaliações. Essa página ficou um bom tempo abandonada até que resolvi usá-la para divulgar coisas que aprecio, memórias pessoais e meus roteiros por Minas Gerais. 
No início não pensei que teria seguidores, na verdade nem entendia muito bem o funcionamento dos blogs enquanto uma rede social, pois na minha primeira experiência os seguidores eram meus colegas de luta, um grupo bem específico. O tempo mostrou o contrário, me surpreendi com tanta gente interessada nos meus posts sobre "os espaços" de Minas e assim o blog naturalmente foi se moldando como um espaço cultural e eu gosto de mantê-lo dessa forma. Esse é o Blog da Anabela Jardim.


Com tempo sobrando e idéias fervilhando, já um pouco mais experiente resolvi criar o blog Anabela na Casa da Vovó. Primeiro porque sinto muito falta do carinho de minha avó materna. A avó paterna eu conheci sem muita intimidade e muito pouco tenho a contar de nossa convivência. Os avôs, não cheguei a conhecê-los e tudo que sei deles são fatos contados por meus pais e tios.
Em segundo lugar, por acreditar que é uma forma divertida de registrar as vivências do passado. Nele os textos são baseados em fatos reais vivenciados ou contados por alguém da família.
 

No caso do blog Mulheres Prendadas x Mulheres Modernas, a intenção é de interagir com assuntos   contemporaneos do universo feminino. Saindo mesmo do viés inspirado na bagagem acadêmica.
Apenas coisas de mulher. Aquilo que se conta para comadres, amigas, enfim uma pequena porcentagem do meu universo feminino.


 
No O Diário de Anabela, a intenção inicial foi ter um blog teste, mas o blog aos poucos foi sendo descoberto e agora acredito que já não posso mais tê-lo como blog teste. E também, porque eu deveria ter um blog teste se não sou blogueira de profissão? Depois de muito pensar, não cheguei a uma conclusão sobre seu destino, por enquanto vou continuar postando as surpresas, curiosidades e se tiver tempo as indagações que surgem diariamente na minha mente. Quem sabe um dia ele se torne meu o diário de fato.
 


O caso do blog Só Blogagens Coletivas é interessante. Ele nasceu por necessidade. É que sempre recebi muitos convites para participar de blogagens coletivas, cheguei até a fazer algumas no Blog da Anabela Jardim, mas sempre achei que nem todos os assuntos propostos combinavam com a temática do blog e para não fazer feio na blogosfera buscava sempre fazer uma ponte entre os assuntos e Minas Gerais, até que um dia decidi criar um espaço só para as blogagens coletivas para participar e interagirir com pessoas em várias temáticas. Como gosto de escrever o espaço é para mim um local de intretenimento digital.


 Em resumo, essa é a história e os motivos que me levam a manter os meus blogs. Seja você um seguidor ou um visitante, muito obrigada por estar lendo esse depoimento, pela visita e por me seguir!

domingo, 16 de setembro de 2012

E as flores dos ipês voltaram!

Não é preciso ir muito longe para vê-las. Tenho preferência pelo ipê rosa, mas não posso ignorar a beleza do colorido dos amarelos. Ah!!! Esses dias tenho assistido a um verdadeiro espetáculo pelas ruas... 
Os amarelos predominam, porque estão na época certa de floração, mas alguns pés do ipê rosa floriram novamente. Para nossa alegria!!!
Dizem que é a mudança no clima. Seja o que for, eu amei ver alguns floridos outra vez, inclusive o único que consigo ver da minha janela.
Vi também alguns brancos. Poucos, e com um ciclo de floração muito rápido. Duram em média um dia...
Hoje vi também um vermelho. Passei e deixei para fotografar na volta, só que, me esqueci...
Estou mostrando aqui, fotos de alguns que encontro(ei) pelo caminho.  
 
Avistei hoje, no caminho para o supermercado.

Esse vejo quando estou no portão do local onde trabalho.

Esse vejo aqui da minha janela.


Esse está no caminho para o trabalho.
 
Gigantesco, fica na avenida que corta o horto florestal nas proximidades do Museu de História Natural da UFMG.
 
Numa rua do bairro onde moro.

Esse vejo bem pertinho da porta da sala onde trabalho.

Incrível, mas esse só teve a nos oferecer essas poucas flores.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

XIV Festa do Café com Biscoito

 
Entre os dias 6 e 9 aconteceu em São Tiago-MG, cidade 40 km distante de São João Del Rey e 200 km  de Belo Horizonte, a já tradicional festa do " Café com Biscoito".
Há muito ouvi falar sobre o evento e esse ano resolvi conferir. 

 

A cidade  é aparentemente tranquila, pequena e tem como uma de suas principais atividades a fabricação e o comércio de biscoitos, daí a necessidade de realização da festa que aos olhos dos turistas é na verdade um grande festival de biscoitos.


O evento é realizado na praça da matriz ( central e principal ) onde são montadas barracas de estrutura rústica com uma decoração regional, simples e aconchegante.


 Nas bancadas das barracas são colocadas cestas  decoradas e cheias de biscoitos para a degustação.
 Em cada cesta um sabor diferente, variando entre doces e salgados. É um espaço para se fartar!!! Sem  vergonha ou culpa pelo pecado da gula.

 

Interessante observar que mesmo passando pelas barracas milhares de degustadores, a mesa está sempre farta e o bom humor dos santiaguenses presente...
  

Realmente é um atrativo que vale a pena conferir. Além da degustação prepararam também uma variedade de atrativos culturais como shows de violeiros, MPB, recital de poesias.
O que não se pode esquecer é de trazer para casa alguns biscoitinhos, difíceis de serem escolhidos entre dezenas de sabores variados. Eu elegi como melhores " flor de doce de leite, amor em pedaços, polvilho sabor cebola e o delicinha de canela".


 Para finalizar, como nem tudo é perfeito, não posso deixar de comentar sobre a necessidade dos organizadores melhorarem a oferta de sanitários, restaurantes e água potável. Pelo fato da festa acontecer em setembro, mês de tempo quente e seco, esses cuidados são extremamente necessários.